Comunicação

Notícias

Ocorreu no sábado (23/06), no Hotel Mércure, Gramado, o Encontro dos Sindicatos de Hotelaria, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Sul. O Estado possui 13 sindicatos, sendo que 02 estão em fase de formação. Estiveram presentes os presidentes dos sindicatos de Porto Alegre, Passo Fundo, Pelotas, Garibaldi, Santo Ângelo, Erechim, Uruguaiana, Santa Maria, Região da Uva e do Vinho, Novo Hamburgo e Região das Hortênsias e o representante da Diretoria da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, Sr. Ricardo Ritter.

O Super Simples e suas Novas Resoluções para a Hotelaria e Gastronomia foi amplamente debatido pelos presentes. As alterações afetam muito os setores hoteleiro e gastronômico.

Outro item de pauta foi a Lei Seca, a qual regulamenta a venda de bebidas alcoólicas. Os Sindicatos são contrários a Lei, mas apóiam a realização de campanhas de conscientização sobre o consumo de bebidas.

O Sindicato de Porto Alegre apresentou o Comitê Setorial de Turismo – PGQP. O PGQP foi lançado durante um seminário no dia 15 de outubro de 1992, após uma ampla articulação com segmentos representativos da sociedade riograndense, em parceria entre o setor público e a iniciativa privada. O objetivo da iniciativa era divulgar a filosofia e os principais conceitos da qualidade na busca de promover as iniciativas voltadas ao aprimoramento dos produtos e serviços das empresas gaúchas e, conseqüentemente, da melhor qualidade de vida da população do Estado.

Notícias

As novas regras da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas são o tema do seminário que o Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (SindPoa) realiza em sua sede hoje, às 16h30min.

"Com o advento da noiva lei, o setor de hotelaria pagará mais tributos do que atualmente recolhe, o que é contrário ao espírito da própria lei", comenta o diretor do SindPoa, Ricardo Ritter. Segundo ele, a polêmica deve-se ao fato de o legislador ter incluído o setor hoteleiro no anexo V da nova lei, no qual estão os estabelecimentos que não possuíam o benefício do Simples, que não é o caso do setor hoteleiro.

"Na prática, isso significa um aumento na carga tributária em cerca de 60% para as pequenas empresas que faturam até R$ 20 mil por mês, cerca de 40% para as que faturam até R$ 60 mil mês, até o teto de faturamento de R$ 200 mil, prevista na Lei, que terá um acréscimo em torno de 10%, comenta Ritter.

O SindPoa, com o apoio da Federação Nacional de Hotéis e Restaurantes, Bares e Similares, está tentando, junto ao Ministério da Fazenda, a alteração desse enquadramento do anexo V para o anexo III da lei.

Fonte: Jornal do Comércio 

 

Notícias

1) Locais não servem apenas bebidas alcoólicas – são centros de lazer.
2) Ineficácia na aplicação/fiscalização. Já existem Leis normatizando o uso de bebidas alcoólicas no Brasil. O Estatuto do menor e do adolescente, por exemplo. Inconstitucionalidade de uma Lei como essa. Qual a eficácia?
3) Impacto negativo na cadeia produtiva do setor. É contrária a todas as iniciativas de melhorar a posição do Estado como destino turístico.
4) Segundo dados divulgados pela Secretariada Segurança, a Operação LEI SECA, apenas num final de semana, no Rio Grande do Sul, vistoriou 607 bares e 259 casas noturnas com resultados inexpressivo - prendeu 11 pessoas (foco de fiscalização errado) – apenas jogada de marketing
5) Existe hoje, no Rio Grande do Sul, cerca de 10 mil mandados de prisão que não foram cumpridos, ou seja: 10 mil foragidos da justiça e que deveriam ser o foco da atuação da Secretaria da Segurança e não bares e restaurantes devidamente estabelecidos.
6) A Secretaria se baseia no número de homicídios do Rio Grande do Sul para fechar os estabelecimentos: os dados de 2003, por exemplo, apontam 470 mortes no segundo semestre, sendo 60% na via pública, 26 % em residências e 14% divididos entre bar/restaurante, estabelecimentos comerciais, estabelecimento de diversão (boates e danceterias), ônibus, estabelecimento de ensino e hospitais/clinicas.. Segundo os dados da Secretaria, foram 47 homicídios acontecidos em todos os bares, restaurantes, boates e danceterias do Rio Grande do Sul – e sem sabermos se a questão da bebida alcoólica está diretamente ligada ao fato. Os números apresentados pelo Secretário, referente a 2006 e não se alteram muito.
7) Segundo estudo do Instituto Braudel de São Paulo, publicado pela revista Época no ano passado, das 20 cidades paulistas com maior queda no índice de homicídios, apenas sete adotaram a Lei Seca.
8) Em Diadema, maior vitrine da LEI SECA, o estudo aponta que as mortes violentas caíram 70% desde 1999, ano do maior morticínio. Só que conferindo os números mês a mês o estudo aponta que mais da metade da queda aconteceu ANTES do estabelecimento da Lei Seca, em julho de 2002.
9) A queda da mortalidade em Diadema, portanto deve-se a outras ações como a faxina na Polícia após o crime da Favela Naval (praticado por policiais), câmara de vigilância nas regiões mais perigosas, guarda municipal preparada onde a maioria dos policiais possuem curso superior,aumento do efetivo da polícia em 35%, melhoria na infra-estrutura da cidade ( iluminação publica), por exemplo.
10) Nos Estados Unidos, a Lei Seca foi revogada após a constatação de que ela não diminuiu a criminalidade e, ao contrário, aumentou a corrupção policial, e estimulou o crime organizado. Em 2005 a Inglaterra derrubou uma lei que obrigava os PUBS a fechar às 23 horas. Argumento principal: aumento da violência - a lei fazia com que todas as pessoas embriagadas saíssem para a rua ao mesmo tempo, aumento o risco de acidentes de trânsito. Além disso, levava muitas pessoas a se embriagarem involuntariamente, ao entornar mais de um drinque de uma vez, antes que o bar fechasse.

Notícias

Melhorar o serviço de atendimento ao turista que chega à Capital foi o tema da reunião realizada pelo Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (Sindpoa) com o presidente do Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre, Adão Campos. O objetivo do encontro, que teve a presença de representates de hotéis, bares e restaurantes da cidade, foi promover uma troca de informações no sentido de melhorar o serviço de atendimento ao turista da Capital por parte dos proprietários de táxi. "O taxista qualificado é fundamental para uma cidade que objetiva ampliar o seu fluxo de turistas e por isso essa aproximação", destaca o presidente do Sindpoa, Daniel Antoniolli.

Para Adão Campos, o encontro foi uma oportunidade importante para escutar o setor que interage muito fortemente com a sua categoria. "Cerca de 25% das corridas dos mais de 3 mil táxis da cidade são originárias de pedidos de hotéis, restaurantes e bares, por isso estamos aqui escutando as sugestões de melhorias", diz Campos.

Entre as questões levantadas pelos usuários surgiu o constrangimento de turistas com a falta de espaço no bagageiro dos táxis movidos a gás, devido à colocação dos tubos, a necessidade de um treinamento maior dos profissionais que atendem a rodoviária de Porto Alegre e a falta de táxis em horário de pico da rede hoteleira, na manhã e à noite, além das condições gerais dos carros. Outra dificuldade é a falta de sinalização qie indique se o táxi está livre. "Essa é uma grande deficiência dos táxis em praticamente todo o Brasil", afirmou Rodolfo Fernandez, empresário argentino que tem um hotel em Porto Alegre.

Fonte: Jornal do Comércio

 

Notícias

Federação discorda dá proposta de Anvisa de criar ambientes sem comercialização de alimentos

Recebeu críticas da direção da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) a proposta de criação de resolução pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre o funcionamento das salas destinadas exclusivamente para o fumo nos recintos coletivos, públicos ou privados. O tema gerou uma consulta pública, aberta pela Anvisa no site www.anvisa.gov.br.

O presidente da federação, Norton Luiz Lenhart, disse que a entidade é contrária à proposta. "Entre os motivos, estão a tentativa de interferência nos negócios e de impedir a comercialização de produtos legais e lícitos, como cigarro",afirmou. Segundo Lenhart, a FNHRBS reúne 63 sindicatos em todo o país e apenas dois não haviam definido posição sobre a questão. A entidade não aceita a delimitação de um espaço para fumantes sem que ocorra a comercilização de alimentos ou refeições. "Há clinetes fumantes e não fumnates e nossa intenção é agradar a todos que procuram locais onde são bem atendidos". Precisamos harmonizar essa situação." disse.

Lenhart acrescentou que a entidade cogita ingressar com ação na justiça para verificar a constitucionalidade da futura resoluçaõ da Anvisa."Como existe lei federal sobre o assunto, acreditamos que a medida não poderá se sobrepor à atual legislação", observou.O dirigente enfatizou que a criação de locais específiuco para os clientes fumantes exige um gasto maior pra os donos de bares, hotéis, e restaurantes, além do fato de que fiscalização do cumprimento da lei é mais dificil. "Não são todos os locais que existe a possibilidade de colocar uma área específica a fumantes".

O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Porto Alegre, Daniel Antoniolli, afirmou que a posição da entidade foi manifestada por meio de ofício encaminhado à Anvisa. Ele considerou positiva a alteração promovida na lei municipal sobre o fumo, permitindo que as refeições sejam nos locais destinados aos fumantes. No entanto, o dirigente ressaltou que eventuais multas não devem recair sobreo proprietário. "Ele é obrigado a afixar cartazes e informar o cliente das retrições, mas o dono do estabelecimento não deve ser punido", opinou Daniel Antoniolli.

Fonte: Correio do Povo

INSTITUCIONAL   |   CURSOS   |   CONTRIBUIÇÕES   |   ESPAÇO DO ASSOCIADO   |   COMUNICAÇÃO   |   BLOG   |   FALE CONOSCO