Comunicação

Sindha na mídia

Direitos perdidos por uma gestão equivocada

Presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky, questiona prefeito de POA com relação às consequências sobre o decreto de isenção das passagens.

Uma campanha enganosa e uma gestão decepcionante. Isso é o que o atual prefeito da Capital está transparecendo para toda população porto-alegrense. Como se já não bastassem os enormes obstáculos que enfrentamos para empreender por aqui, fora a crise econômica que tem impactado nossos negócios de forma significativa, agora o prefeito Nelson Marchezan Jr. resolveu tratar de um assunto delicado como é o corte de isenção da segunda passagem por meio de um decreto, sem ao menos consultar aqueles que necessitam do transporte público diariamente.

A Prefeitura vem cometendo sucessivos erros administrativos que beiram o absurdo. Em sua campanha de governo, em nenhum momento Marchezan admitiu abertamente o fim das isenções, bem pelo contrário, alegou que estas permaneceriam durante sua gestão e agora utiliza-se do sistema falido para retirar direitos adquiridos por todos os cidadãos. Em apenas sete meses, conseguiu enganar toda a população, comprando briga com os trabalhadores e empresários.

Como representante do setor de hospedagem e alimentação que, somente na Capital gaúcha conta com 7.500 empresas e emprega 40 mil trabalhadores diretos, estes que dependem do transporte público diariamente para ir e voltar de seus empregos, sinto-me no direito de expressar a indignação de toda uma classe de trabalhadores e empresários. Não podemos ser punidos pelas decisões equivocadas de uma gestão administrativa fracassada. Pergunto-me se o prefeito tem noção das consequências que este decreto pode trazer não só às instituições, mas também à classe dos trabalhadores.

Que muitos governos administraram erroneamente o dinheiro público, não é novidade. Estamos todos cientes da necessidade inegável que a Prefeitura tem de controlar gastos e receitas para cobrir. As medidas decretadas por Marchezan só acarretarão um ônus enorme e injusto para quem necessita deste meio de locomoção. Não podemos mais aceitar que a sociedade pague pela incompetência desta gestão. Está na hora de nos posicionarmos e defendermos nossos direitos.

Fonte: ClicRBS 

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